Copa do Mundo

Maiores artilheiros de Portugal em Copas do Mundo

Eusébio: desempenho único que atravessa décadas Eusébio mantém um recorde que já dura quase seis décadas: nove gols em Copas […]

Eusébio: desempenho único que atravessa décadas

Eusébio mantém um recorde que já dura quase seis décadas: nove gols em Copas do Mundo, todos anotados na edição de 1966. A campanha naquela Inglaterra consagrou o atacante como artilheiro do torneio e ajudou Portugal a alcançar o terceiro lugar, até hoje a melhor classificação do país na história dos Mundiais.

O episódio mais lembrado da trajetória de Eusébio na competição ocorreu nas quartas de final, diante da Coreia do Norte. Depois de a seleção lusa ter sofrido três gols e sair em desvantagem por 3 a 0, o então camisa 7 assumiu a responsabilidade e marcou quatro vezes, conduzindo a virada por 5 a 3 — uma atuação que entrou para a memória coletiva do futebol português e internacional.

O grupo dos principais goleadores lusos

O levantamento dos maiores artilheiros de Portugal em Copas do Mundo mostra uma distância curta entre os primeiros colocados e um fosso para os demais nomes da lista. A seguir, os dados mais relevantes da contagem histórica:

1. Eusébio — 9 gols. Marca estabelecida em seis partidas em 1966, com média de 1,5 gol por jogo na edição.

2. Cristiano Ronaldo — 8 gols. O capitão da seleção contemporânea soma oito tentos em fases finais da Copa e figura como o único português a balançar as redes em cinco edições diferentes (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). Em atividade, chega ao ciclo de 2026 em posição de ameaça direta ao recorde de Eusébio.

3. Pauleta — 4 gols. Autor de quatro gols em Mundiais, com atuação de destaque em uma das edições sediadas na Ásia, quando assinou um hat-trick contra a Polônia.

4. José Augusto — 3 gols. Um dos homens de ataque da geração de 1966, foi responsável pelos dois primeiros gols da história de Portugal em Copas do Mundo, consolidando seu lugar nas estatísticas iniciais da seleção.

5. José Torres — 3 gols. Outro nome-chave do elenco de 1966, contribuiu com gols decisivos e marcou, entre outros, o tento que fechou o placar na estreia contra a Hungria.

Contagem regressiva e significado histórico

A trajetória dos goleadores portugueses nas Copas revela tanto a força de um desempenho isolado — como o de Eusébio em 1966 — quanto a regularidade de um jogador de longa carreira, representada por Cristiano Ronaldo. Com apenas um gol, Ronaldo igualaria a marca de Eusébio; com dois, assumiria a liderança isolada entre os maiores artilheiros portugueses em Mundiais. Essa possibilidade acrescenta tensão e narrativa ao ciclo que culmina na Copa de 2026.

Mais do que números, o recorde de Eusébio simboliza um marco cultural para Portugal: uma atuação tão determinante em uma única edição do torneio que até hoje figura como referência. A perseguição estatística por parte de Cristiano Ronaldo transforma o duelo em um capítulo vivo da história do futebol lusitano, conectando gerações e ressaltando a importância das Copas como palco onde carreiras e legados são medidos.

O que está em jogo para 2026

Se mantiver a condição de atleta em alto nível e for convocado, Cristiano Ronaldo tem a matemática a seu favor. A pressão por ultrapassar um recorde que resiste há tanto tempo também espelha expectativas sobre desempenho coletivo: as oportunidades de gol dependem do rendimento da seleção e do contexto das partidas no torneio. Seja qual for o desfecho, a disputa por essa liderança estatística reafirma o papel das Copas como referência para medir feitos individuais na história do futebol português.


Fonte: Jovem Pan

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