
Lesão grave deixa camisa 7 fora de evolução imediata
Lucas Moura, atacante do São Paulo que usa a camisa 7, sofreu uma lesão considerada grave durante a partida contra o Bahia e foi encaminhado ao hospital ainda no domingo após o empate por 2 a 2. Exames de imagem realizados nas horas seguintes apontaram para uma ruptura completa do tendão calcâneo da perna direita, diagnóstico que costuma exigir intervenção cirúrgica e longa reabilitação.
Segundo nota oficial divulgada pelo clube, o jogador foi internado e está previsto para se submeter a cirurgia na manhã desta segunda-feira (4) no Einsten Hospital Israelita, em São Paulo. A operação tem por objetivo reparar a ruptura total do tendão, procedimento considerado necessário diante da gravidade constatada nos exames.
A ruptura do tendão calcâneo, também conhecida como ruptura do tendão de Aquiles, é uma lesão frequente em esportes com exigência de arrancadas e mudanças rápidas de direção. Em casos de ruptura completa, como o diagnosticado em Lucas, o tratamento cirúrgico seguido de um longo período de fisioterapia é o caminho mais comum para a recuperação, mas a resposta ao tratamento varia conforme a evolução clínica e a reabilitação.
Fontes ligadas ao clube informaram que, diante do diagnóstico, a tendência é de que o atleta não retorne ainda nesta temporada. O título da matéria aponta que o desfalque pode se prolongar até 2027, sinalizando a possibilidade de afastamento por vários meses; entretanto, o São Paulo não divulgou prazo oficial para o retorno e afirmou que o cronograma dependerá da evolução pós-operatória.
O clube encaminhou o jogador ao hospital logo após o término da partida e confirmou a realização de exames na noite de domingo, que evidenciaram o rompimento total. A decisão pela cirurgia foi tomada com base na avaliação médica, que entendeu ser necessário corrigir a lesão por intervenção cirúrgica na manhã seguinte ao jogo.
Para o São Paulo, a ausência de Lucas representa um desafio imediato na montagem do elenco para os compromissos subsequentes. Além do impacto técnico dentro de campo, casos como este exigem reorganização do suporte médico e do planejamento de recuperação, com equipe de fisioterapia e acompanhamento pós-operatório pautando o caminho para o retorno do atleta.
Nas próximas horas espera-se a divulgação de boletins médicos detalhando o procedimento realizado, possíveis complicações e estimativas iniciais de tempo de recuperação. Até que haja atualização oficial, o que se sabe com confirmação pelo clube e pelos exames é a necessidade de cirurgia e a gravidade da lesão detectada.
Fonte: Notícias ao Minuto
