
Christian Horner, ex-chefe da equipe Red Bull Racing, em imagem ultrarrealista no pit lane ao pôr do sol.
CEO da Red Bull revela detalhes sobre saída de Horner: “Tínhamos que fazer alguma coisa”
O CEO da Red Bull, Oliver Mintzlaff, comentou a decisão de demitir Christian Horner do cargo de chefe da equipe após 20 anos de liderança.
A Red Bull anunciou a demissão imediata de Horner na manhã desta quarta-feira, encerrando uma trajetória de duas décadas na F1. Sob seu comando desde 2005, a escuderia conquistou oito títulos de pilotos, seis de construtores, 124 vitórias e 287 pódios em 405 GPs.
Mudança necessária pela crise interna
A saída ocorre em meio a uma crise interna e queda de rendimento na primeira metade da temporada 2025 da F1. A decisão partiu de Oliver Mintzlaff, CEO da marca que controla a Red Bull.
“Eu não chamaria isso de um risco, porque estávamos 100% convencidos dessa decisão”, afirmou Mintzlaff ao jornal.
“Você não pode continuar contando apenas com a história. Sentimos que era hora de virar a página e começar um novo capítulo.”[2]
“Sempre chega um momento em que as coisas não vão bem e então você precisa tomar uma decisão como empresa. […] Achamos que era hora de uma mudança”, completou.[3]
A Red Bull agradeceu Horner: “Após 20 anos na equipe, Christian Horner deixa a RBR como diretor e CEO da equipe. Agradecemos a ele por seu trabalho incansável e excepcional. Ele foi fundamental para transformar esta equipe em uma das mais bem-sucedidas da F1, com oito títulos de pilotos e seis de construtores. Obrigado por tudo, Christian, você sempre será uma parte importante da história da nossa equipe.”[1]
Laurent Mekies, ex-diretor da RB, assume como novo chefe a partir do GP da Bélgica, em 27 de julho. Há rumores sobre possível saída de Max Verstappen para a Mercedes.[1]
Fonte: Motorsport UOL
