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Palmeiras elimina São Paulo em jogo marcado por pênaltis

Palmeiras avança à final do Paulistão após vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo O Palmeiras garantiu vaga […]

Palmeiras avança à final do Paulistão após vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo

O Palmeiras garantiu vaga na decisão do Campeonato Paulista ao derrotar o São Paulo por 2 a 1, em partida disputada na Arena Crefisa Barueri na noite do domingo (1). Os gols do time alviverde foram assinalados por Maurício, no primeiro tempo, e Flaco López, já na etapa final. Para o Tricolor, Calleri descontou em cobrança de pênalti.

O jogo, além do placar apertado, ficou marcado por intensas discussões em torno das decisões da árbitra Daiane Muniz. Ao longo da partida ocorreram ao menos duas situações que inflamaram protestos: um possível pênalti por toque de mão de Gustavo Gómez no começo do segundo tempo que não foi assinalado, e uma penalidade posteriormente marcada contra o Palmeiras que resultou no gol de Calleri.

Segundo a crônica do jogo, aos 5 minutos do segundo tempo Lucas Moura lançou na área e a bola tocou no braço de Gómez; a árbitra optou por não marcar e o VAR não solicitou revisão. Mais tarde, em lance envolvendo Marlon Freitas e Bobadilla, a arbitragem assinalou pênalti para o São Paulo — cobrança executada por Calleri, que converteu rasteiro ao centro.

A tensão em campo transbordou também à beira do gramado: o auxiliar técnico palmeirense Vitor Castanheira foi expulso por reclamações dirigidas à arbitragem. Entre advertências com cartão amarelo, apareceram Gustavo Gómez e Piquerez pelo Palmeiras, e Marcos Antônio, Cauly e Sabino pelo São Paulo.

No aspecto técnico, o primeiro gol do Palmeiras saiu aos 8 minutos do primeiro tempo, quando Maurício aproveitou iniciativa ofensiva após recuperação de bola e finalizou cruzado, deixando a equipe à frente. Já o segundo tento nasceu de jogada bem trabalhada: em cobrança de falta, Andreas Pereira encontrou Piquerez, que cruzou; a sobra ficou com Flaco López, que dominou e finalizou de esquerda para ampliar.

O São Paulo ainda teve momentos de pressão e criou chances, mas não conseguiu furar a defesa alviverde além do pênalti convertido por Calleri aos 24 minutos do segundo tempo. Com a vitória, o Palmeiras chegará à sua sétima final consecutiva do Paulistão — nas seis anteriores somou quatro títulos.

As decisões do campeonato estão marcadas para os dias 4 (quarta-feira) e 8 (domingo). O Novorizontino, adversário do Palmeiras na final, teve a melhor campanha geral e terá o jogo de volta em casa; o primeiro confronto terá mando palmeirense, com local ainda a ser confirmado entre Arena Barueri ou Allianz Parque.

Escalações e arbitragem também constataram a importância do confronto: o Palmeiras iniciou com Carlos Miguel; Khellven (Giay), Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan (Arias) e Maurício (Felipe Anderson); Flaco López (Lucas Evangelista) e Vitor Roque (Sosa), sob comando de Abel Ferreira. O São Paulo jogou com Rafael; Lucas Ramon, Arboleda, Sabino e Enzo Diaz; Luan (Danielzinho), Bobadilla (Cauly) e Marcos Antônio; Lucas (André Silva), Luciano e Calleri, orientado por Hernán Crespo.

A equipe de arbitragem foi composta por Daiane Muniz, com assistentes Neuza Ines Back e Fabrini Bevilaqua Costa, e o VAR operado por Thiago Duarte Peixoto. O resultado e as decisões de arbitragem certamente alimentam debate nas redes e nos bastidores do futebol paulista até a partida de ida da final.


Fonte: Notícias ao Minuto

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